Babilônia e o boicote branco

Gilberto Braga resolveu fazer um projeto de engenharia social em formato de novela. Queria reformar a mentalidade dos brasileiros, que considera excessivamente conservadora. Deu com os burros na água. O seu folhetim “revolucionário” é um retumbante fracasso. A rejeição da sociedade, que se reflete nos índices de audiência do programa, é espontânea. Ninguém saiu convocando as pessoas a trocarem de canal. É uma lição a Silas Malafaia, que errou ao esbravejar contra a propaganda do Boticário, fazendo com que ela tivesse uma repercussão infinitamente superior aquela que seus publicitários esperavam. Repúdio e boicote branco funcionam infinitamente melhor do que repúdio e boicote anunciado.

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